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riscos_e_rabiscos

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Ai trovoada, trovoada...!

(Foto da minha autoria)

 

Não comecem já a pensar coisas, não estou a reclamar da chuva mas sim da trovoada, dos trovões. Já sabem que eu tenho medo uma má relação com as trovoadas e o meu Bóbi também. O pobrezinho andou toda a tarde cheio de medo e a ladrar. E eu, andei a entreter-me com várias coisas porque... estava a cair a trovoada. Não me apetecia nada que o meu Pc ardesse graças a esta fulaninha. Gato escaldado de água fria tem medo, certo?

 

De manhã teve um dia jeitosinho mas depois de almoço, descambou tudo! E eu a precisar tanto de trabalhar aqui no PC.  Redimi-me às evidências e deixei-me estar.

 

Só agora à noite é que Vossa Excelência a Sodona Trovoada é que me deu uma folguinha e eu vou atacar a toda a força. Mas não vou trabalhar sem antes deixar um protesto: está mal! Grunf!

Já chove! :D

Pelas minhas bandas já chove... e bem! E até já fui contemplada com dois trovões! 

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(Mas que medo!)

 

Ora confirmem lá aqui na minha foto fresquinha, fresquinha, acabada de tirar!

 

Desculpem a nitidez mas a emoção de ver a chuva foi tanta que fiz "zoom" a mais e saiu assim!

 

Trovoada de um raio...

 

Tomou-lhe o gosto e agora não quer outra coisa... E quem se trama é quem vai trabalhar! Estou para aqui que nem posso, mais cansada e chei de sono! Humpf!

 

Mais uma noite de chuva e de trovoada fortíssima. Adormece uma pessoa ao som relaxante da chuva e está esticadinha na cama num sono tranquilo quando, de repente, CABUUUUM!!! E lá vem a "querida" trovoada" perturbar o nosso descanso!

Sou levada a pensar que esta chuva é traiçoeira, que há uma combinação maléfica entre a menina chuva e a dona trovoada! Quando nós pensamos que vamos ter uma noite calma e dormir o sono dos justos, apanhamos um susto digno de um ataque de coração.

 

Mas o pior não é só isto... É que o meu Bóbi tem um medo terrível dos trovões. Pois, um cão deste tamanho e é um mariquinhas de primeira! E o que é que um cão com medo faz? Ladra! E se o Bóbi tem um ladrar potente!

Ora se a vizinhança não acordar com a trovoada, com certeza acorda com o ladrar do Bóbi! E o que é que eu posso fazer?! É que até eu não me apetece nada estar a ouvir o senhor Bóbi a ladrar e dar saltos a meio da noite.

 

Fui pesquisar na net o remédio para este mal. E encontrei isto: "Ignore os trovões, faça o cão perceber que você não está com medo, que mesmo com os trovões você continua fazendo tudo normalmente. Assim ele começará a entender que não há tanto perigo quanto ele imagina. Outra dica é você tentar distrair o cão com brincadeiras que ele goste. Sempre que ele brincar com você e esquecer do medo das trovoadas dê um petisco. Com o tempo a tendencia é o cão associar as trovoadas com um momento de brincadeira e diversão com o dono."

 

Bom, se assim li, melhor o fiz. Brinquei com o cão, dei-lhe barrinhas e biscoitos para o recompensar de ter ouvido o trovão e não ter ladrado, até que a trovoada acalmou. O bicho depois deitou-se no chão e adormeceu. E eu também. Finalmente. Trovoadas, bah!

Chuva ao entardecer.

 Uma chuva forte acompanhada de trovoada ao fim da tarde, foi o suficiente para, em alguns minutos, fazer a água chegar ao nível do passeio... 

 

Aqui temos meio focinho do Bóbi que estava comigo à janela... 

 

Uns minutos de chuva foram o suficiente para formar um rio no meio da estrada, apesar das quatro sarjetas limpas que aqui existem.

 

A natureza dá espectáculo e eu morro de medo!

 

Não sei se foi só sobre a minha cidade ou se foi por Lisboa inteira mas esta noite esteve um temporal de meter respeito.

 

Ao início da noite, a chuva começou a cair com alguma força mas dentro do razoável. Eram 5.25 da manhã, acordei assustada com o barulho dos trovões e com a claridade dos relâmpagos. Eram sucessivos e cada um mais forte do que o outro. Era mesmo aterrador. E a água caía cada vez com mais intensidade, até tive a sensação de ter caído granizo...

Se eu estava atemorizada com todo este espectáculo da natureza, o Bóbi estava ainda pior. Saltava de um lado para o outro, agitado, e ladrava. Pobre bicho que não o conseguíamos acalmar.

 

Eu sempre tive muito medo de trovoadas. Desde pequena. que o som dos trovões me deixa completamente aterrada. Sempre que começava uma trovoada, enfiava os dedos nos ouvidos e ninguém conseguia tirá-los. Estivesse na escola ou em casa de alguma amiguinha, tinham que telefonar à minha mãe para me ir buscar.

 

Ainda hoje sinto muito respeito por esta manifestação da natureza. Mas o pior é quando estou a dar aulas e as crianças ficam todas amendrontadas. Lá tenho eu de armar-me em "destemida" para tranquilizar aquela gente pequenina...

Here Comes The Rain

                “The rain in Spain stays mainly in the plain”

                                                           (My Fair Lady)

 

Mas este cantinho à beira-mar plantado não é Espanha e a chuva não cai apenas na planície!

 

Após uma noitada de chuva torrencial e trovoada forte, eis que a capital acorda surpreendida com os estragos causados pela intempérie. E que continuou pelo início da manhã.

 

Desde as três da manhã que deixei de conseguir dormir. Primeiro por causa da trovoada fortíssima, depois porque eu tenho “pavor” de relâmpagos e trovoadas e ainda pelo barulho da cadência da chuva intensa. Os clarões assustavam-me e a chuva fazia-me pensar no pior.

O pobre Bóbi, que tal como eu morre de medo de trovoadas, veio aninhar-se em cima da minha cama, mais exactamente no meio das minhas pernas, fazendo com que eu ainda ficasse mais desconfortável. O pobre bicho estremecia e dava um salto cada vez que caia uma trovoada. E eu a seguir fazia-lhe uma festinha para o acalmar.

 

De manhã, quando me levantei, apercebi-me logo dos estragos que a noite tinha ocultado mas o dia revelou. A minha zona tinha vários locais alagados. Havia escolas fechadas, sítios por onde não se podia passar, trânsito caótico e lojas com alguns prejuízos, embora não tenham sido dos piores.

Tinha de ir ao banco, por isso, vesti-me e equipei-me contra a chuva. Comecei a descer a minha rua qyue parecia um rio… Já é hábito. Custei a atravessar para o outro lado do passeio e, no entanto, não estava no pico do dilúvio.

 

O cenário revelou-se bastante complicado nas zonas próximas da minha cidade, tendo, inclusivamente, um carro caído ao rio com duas mulheres. Aquela zona é crítica.

A zona do meu colégio também sofreu alguns estragos. Havia desabamentos de terras e de um muro de uma vivenda na zona das plantas.

Receei que o colégio tivesse ficado inundado pois apesar de ficar numa zona alta, aquela parte faz um baixio. Havia muita água mas não o suficiente para fazer estragos. Ainda bem!

 

Amanhã vamos ver o que nos está reservado. Espero que não sejam chuvadas deste calibre!